A ideia é pensar no novo: Vida nova, como se bastaria a novidade para ser melhor.
Só queria pedir para que todos se lembre dos velhos - sem nenhuma pejoração nesta palavra.
O velho ensina. Ele só, já aprendeu.
Renovar com os valores antigos, que os mais jovens perderam.
Olhar pros olhos deles.
Decifrar aquele tempo. Famílias grandes que vieram, fugindo da guerra na Europa, buscando uma vida melhor.
Do ciclo café, da adaptação da terra depois.
Tem gente já quase centenária. Em minutos aprendemos tanto, imagine o tanto de minutos eles não tiveram pra compreender?
Aprendi com quem sabe.
Sabe pelos livros - pela vida!
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sábado, 7 de abril de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
No mesmo hospital...

Vi recém-nascidos saindo...
No colo, em cestinhas. Meninas de cor de rosa e lilás. Garotinhos de verde e azul.
Mães felizes, pais orgulhosos. Uma vida!
No mesmo corredor tinha macas. Sobre elas, gente. Gente com dor. Gente de idade. Gente esperando.
Estavam vivendo... Morrendo...
Ao lado a capela. Nela, uma mulher segurava terço. Dos olhos, as lágrimas.
Um ombro a confortava.
Uma morte...
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Tudo no nada
Escrever é registrar.
Não posso. Ainda não compreendi o que está acontecendo.
Eu não explico porque ainda não entendi.
Talvez, sequer aceitei.
Vai ver, era o que queria ou o que precisava.
Mudou e eu mudei.
Rápido demais para qualquer adaptação.
Errei. Mas, o problema não é errar. Só o é quando o erro vem daquele que todos julgavam que acertaria.
Eu queria que tudo fosse apenas o suficiente.
Que o suficiente fosse simplesmente tudo.
Não posso. Ainda não compreendi o que está acontecendo.
Eu não explico porque ainda não entendi.
Talvez, sequer aceitei.
Vai ver, era o que queria ou o que precisava.
Mudou e eu mudei.
Rápido demais para qualquer adaptação.
Errei. Mas, o problema não é errar. Só o é quando o erro vem daquele que todos julgavam que acertaria.
Eu queria que tudo fosse apenas o suficiente.
Que o suficiente fosse simplesmente tudo.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Acontece

No papel, o escrito. Saindo dele, pouco se é cumprido.
O ideal imagiando se contrasta com real, que as vezes frusta.
O sonho sonhado, transforma-se em pesadelo em alguns casos.
A ideia é da mente. A ação sai do corpo.
Abstrato que se choca com concreto.
O planjamento que nunca vale na hora de executar o plano.
Somos supreendidos.
As vezes supresas boas, outras nem tanto.
Não saiu como queríamos. Saiu pior, mas pode vir ainda melhor.
Não dizem que a vida é um teatro?
Que não permite ensaio. No entanto, a gente testa e esquece do ao vivo.
Vem sem roteiro. Porém, sempre queremos programar.
Que um dia fecha a cortina. Todavia. nos esquecemos e ela fecha cedo demais.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Lanterna: Só no futebol?

Ilumina.
Acende e apaga!
Permite enxergar o caminho... Mas se falta pilha: Resta o breu.
Escuro...
Mas quando a luz é forte demais... Ofusca.
Ofusca até que está lá em cima.
Creio que nenhum brilho é tão radiante que não possa cessar. Da mesma forma que acredito que nada é tão opaco que não consigo incandescer.
O gancho é que o líder perder pro lanterna. No entanto, mais que falar da paixão nacional, a metáfora se realiza com sucesso.
Quanta gente não está na lanterna neste momento?
E quem é líder, o recado: Cuide-se!
No futebol, até nos 43 minutos do segundo tempo tudo pode mudar. Aliás, até na prorrogação deste tempo. Na vida também é assim, as coisas mudam... Mudam...
Temos que estar preparados para estas mudanças.
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