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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Testemunho: Problema, para que com fé encontre a solução


Fui à missa.
Hoje, com motivo mais que especial: Agradecer! Pela boa notícia. Pelo alívio.Pelos amigos. Pela festa.
Era só agradecer... Só!

A missa começou com os cântigos. Cantei junto... Feliz, confesso.
Não demorou muito. Aliás, não demorou nada.

Dentro. Sim! Dentro da Igreja me foi apresentado um "nózinho'.
A Mãe que desata estava bem na minha frente. O "problema" me foi revelado sob os olhares dela.
Dos meus olhos saíram algumas lágrimas, mas ela estava ali, olhando por mim, acalentando, protegendo e tenho certeza que me dizia: "Vou desatar mais esse, Gláucia. Tenha fé, estamos juntas!" Eu sei que "Maria, passa na frente", mas o choro veio, não de desespero, não de profunda tristeza, no entanto, veio... Veio como um desabafo, com a insegurança. Junto com problema, veio sim o espaço para a solução. O conforto de que há "males que vem para o bem".
Trouxe uma nova esperança. Talvez, com uma caminho mais difícil, mais longo, com obstáculos. Todavia, uma trilha que vai dar num belo lugar.

Estava sob olhos de Maria. Sob às mãos do Pai. Caminharão comigo... Com minha família, que neste momento me abraçava.

Senti a tristeza de deixar o passado. Ao mesmo tempo que me orgulhei do que passou. Orgulho-me.
Fui feliz lá.
Serei feliz com lembrança de lá.

No presente, o medo e a insegurança da mudança. O futuro? O futuro sinto que será protegido. Sinto e senti o manto de Maria Desatadora dos Nós.
Proteção do Céu na Terra.
Os nós na mão de nossa Mãe.
O meu nó na mãozina dela. ]

Roga por nós. Apara-nos. Se faz presente. Presente, nos momentos que mais precisamos.
Neste domingo, tenho um coração um tanto quanto partido. Porém, sei que é a fé que vai restaurá-lo.

Assim seja!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Alucinação


Escuro.
Madrugada.
Alguns indo trabalhar.
Outros voltando do trabalho.
Estrelas no céu. E a correria já começa sobre o asfalto.
Logo, ruas cheias de carro. Carros cheio de gente: Gente atrasada, estressada...
Antes disso tudo, apenas algumas luzes nos postes e a insegurança de estar numa grande cidade.
No meio do nada, no meio de tudo sem nada, sai um rapaz: Jovem, alto. Sem camisa. Rodando com a mão a própria camisa. Alucinado se arrisca no meio da rua. Grita, pula, se bate.
Grita de desespero. Um grito fora de si.

Revela uma ferida da sociedade.
Sociedade de alienados que se confortam na alucinação.
Onde drogas, bebidas e solidão são as únicas companhias.

Medo sentem os lúcidos. Quanto pavor não sentem os alucinados?

domingo, 15 de janeiro de 2012

Obrigada e me desculpe se...


Sensibilidade.
Fico sensível ao ver, sentir, perceber...

Agir.
Queria fazer, ajudar, mudar: Simplesmente melhorar....


Muita gente vem falar comigo, pelo e-mail, redes socias, telefone e cartinhas. São amigos, parentes e ouvintes.
Sinto-me privelegiada: Pelas palavras, pela confiança.
Ao mesmo tempo, sinto a responsabilidade de ter aquela confissão, de receber aquele segredo, de por algum motivo ser alguém em quem um outro alguém é capaz de confiar.

Amigos já me contaram problemas que passam dentro de casa.
Eu ouço.

Na família, também sei dos problemas e as vezes até me chamam para um conselho.
Eu falo...

Ouvintes na rádio pedem oração e pelos mais diversos meios de comunicação, se abrem comigo. Isso bem cedinho, logo que acordam.
Contam-me da perda de um ente, do câncer do esposo. Da mulher que foi embora. Dos filhos que não voltaram mais. Pedem oração.
Também falam comigo quando o motivo é de comemoração: O neto que vai nascer, a filha que está completando mais um aninho de vida. Ah, e tem também as bodas: 50 anos de união, até me emociona.


É engraçado, mas essas conversas, me fazem sentir parte da história dessas pessoas, e por sua vez, elas ajudam a escrever a minha: surgem como personagens que me ensinam, me encorajam e me dão exemplos.

Pena que nem sempre posso fazer muito...

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Problema


O pior não é a falta de tempo para fazer as coisas, mas sim a incompatibilidade de horário para fazer com aqueles que gostamos.