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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Meu Santo Expedito...


Lembro deste trecho - na verdade nem sei se é bem assim.
"Meu Santo Expedito, das causas justas e urgente, socorrei-me nesta hora de aflição de desespero".

Foram muitas horas aflitas, sem calma, sem conforto.
A calma veio com a oração, o conforto com a fé no santo.
Aflição que se amenizava.

Pedia quando quem estava ao meu lado já não tinha mais forças e chorava.
Hoje, ela sorri.

Voltei a rezar quando uma outra - que amo tanto quanto a primeira - já não tinha forças de se alimentar.
A fé foi tanta, que a solda não precisou ser colocada. Ela comeu um prato de sopa - lembro-me como se fosse hoje.

Precisei pedir quando as finanças lá em casa não ia tão bem.
Quando a saúde de quem amo estava fragilizada.
A situação com dinheiro está melhor.
A saúde sendo cuidada.

Durante a oração tem um trecho assim:
"E levarei o seu nome a todos que tem fé".

Levo, compartilho minhas experiências, meus testemunhos. Com muito orgulho e propriedade. Hoje, devotos estão em festa. Estamos.

Muito obrigada, meu Santo Expedito.
"Serei grata, pelo resto de minha vida"

domingo, 15 de janeiro de 2012

Obrigada e me desculpe se...


Sensibilidade.
Fico sensível ao ver, sentir, perceber...

Agir.
Queria fazer, ajudar, mudar: Simplesmente melhorar....


Muita gente vem falar comigo, pelo e-mail, redes socias, telefone e cartinhas. São amigos, parentes e ouvintes.
Sinto-me privelegiada: Pelas palavras, pela confiança.
Ao mesmo tempo, sinto a responsabilidade de ter aquela confissão, de receber aquele segredo, de por algum motivo ser alguém em quem um outro alguém é capaz de confiar.

Amigos já me contaram problemas que passam dentro de casa.
Eu ouço.

Na família, também sei dos problemas e as vezes até me chamam para um conselho.
Eu falo...

Ouvintes na rádio pedem oração e pelos mais diversos meios de comunicação, se abrem comigo. Isso bem cedinho, logo que acordam.
Contam-me da perda de um ente, do câncer do esposo. Da mulher que foi embora. Dos filhos que não voltaram mais. Pedem oração.
Também falam comigo quando o motivo é de comemoração: O neto que vai nascer, a filha que está completando mais um aninho de vida. Ah, e tem também as bodas: 50 anos de união, até me emociona.


É engraçado, mas essas conversas, me fazem sentir parte da história dessas pessoas, e por sua vez, elas ajudam a escrever a minha: surgem como personagens que me ensinam, me encorajam e me dão exemplos.

Pena que nem sempre posso fazer muito...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Recomeçar como Santa Edwiges recomeçou


Ontem, dia de Santa Edwiges, o que era para ser um sermão consensual deu-me força.
Que ela é santa dos necessitados, pobres e endividados, eu já sabia.

Foi sob a proteção de Edwiges que fiz a primeira comunhão e foi ela quem olhou por mim quando reafirmei minha fé no Crisma.

Santa Edwiges não só abriu mão da riqueza. Ela, não apenas ajudou os pobres e aqueles que precisavam, passou por provações. E recomeçou. Depois de ter seis filhos, foi para convento. Vida nova. Nova via.

Recomeçar. Qual é momento certo?
Que fim merece um recomeço?
Começar de novo, por onde?
Mudar tudo?
Cometer os mesmos erros?
Arriscar ou permanecer na defensiva?
Sozinho ou acompanhado?
Com medo ou cheio de coragem?
E se for cedo?
Mas, pode ser tarde...