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quinta-feira, 3 de maio de 2012
É diferente...
Dois olhos.
Uma boca...
Mas, me disseram que ao meu redor tinha mais gente.
Só uma voz...
Próxima ao meu ouvido.
Depois, me contaram que era uma festa.
domingo, 1 de abril de 2012
Pouco
Feliz daquele que só espera: a presença.
Felicidade tem aquele de quem pouco exigem: o estar.
"Tudo que eu precisava fazer para alegrá-lo era chegar" (David Dosa).
Felicidade tem aquele de quem pouco exigem: o estar.
"Tudo que eu precisava fazer para alegrá-lo era chegar" (David Dosa).
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Alguém...

Quando todos os olhares não compensam a falta do fitar de alguém: Aquele alguém.
Naquele momento em que multidão não supri a solidão interna.
Enquanto todos sorriem para você, só alguém seria capaz de lhe arrancar o sorriso.
Você tem todos os dias pela frente. No entanto, queria só um: Um. Aquele único com alguém que ama.
Um alguém... Alguém... Mas quem?
domingo, 1 de janeiro de 2012
A responsabilidade de um novo ano...

Acho pesado demais essa história de que se o ano é novo, nós também temos que ser.
Por que a cada ano temos que mudar? Será que nunca seremos suficientemente bons, para tentarmos ser simplesmente igual ao ano que passou?
Não entendo às promessas que vem uma vez ao ano. Vem com a romã, a lentilha e a lichia, que também só aparecem esta única vez.
Queria entender o que realmente significa um novo ano. Talvez eu tenha medo desta compreensão. Há quem diga que anos ímpares são mais difíceis que os pares. Na astrologia uma sequência de números pode siginificar um ano feliz. Ou não... Vai ver, eu tenha medo dessas mudanças. Temo não possuir a bondade que exigem, ou quem sabe não suprir as expectativas: minhas próprias. Posso frustrar-me se ano passado for melhor que ano que vem, embora o passado seja distante demais para comparar com aquilo que se quer consigo ver.
Não, não fico triste. Fico pensativa a cada novo ano. Sim, eu faço todas as tais simpatias. Desde a cor da calcinha (este ano rosa), até as sementes de uva, que já estão bem guardadas em minha carteira.
Já sei é isso. Ou foi pelo menos isso que me fizeram crer: A gente muda de ano e comemoramos essa passagem pelo simples fato de que precisamos de motivos. Precismos de algo que justifique um recomeço, uma reviravolta. Aquela mudança radical. Temos que ter uma situação que os permita acreditar de novo e ter a esperança, que durante os 365 dias, vai duiminuindo... Diminuindo... Simplesmente porque nem tudo sai como previamos na lista do ano que vem. Ainda bem que novamente chega um outro novo ano; lista nova escrevemos e a esperança renasce... Temos mais 365 dias para mantê-la acesa...
Às vezes, acho os ciclos monótonos e previsíveis demais. Todo ano a mesma coisa. Roupas brancas (e pensem, até hoje ainda temos guerra. Não estaria na hora de mudar?)
Não, não quero colocar as tradições em xeque. Mas talvez queira que eu e você não esperemos mais um ano, para tentar ser melhor só no ano que vem.
Percebem a lógica, ou será que fui confusa demais?
Bom, prometo que ano que vem tento ser melhor.
Por ora, bom 2012!
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Pena. Pena de você!

Não adianta mostrar minha fragilidade. Ela não te torna mais forte perante os outros.
Não queira me diminuir. Tente crescer.
Para que usar palavras baixas? Use palavras que estejam no nível que falo contigo. Assim podemos conversar...
Não grite com quem está ao seu lado. Senão, você afasta.
Não venha com pedras. É mais fácil conseguir o que deseja com um sorriso.
Tente sorrir. Não consegue?
Uma pena...
Só não tente tirar o sorriso da boca daqueles que tem motivos para mostrar os dentes.
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